Mais do que produtos: suporte, dados e parceria no crescimento do mercado pet

Durante muito tempo, a relação entre distribuidores e pontos de venda no mercado pet foi tratada de forma simples: pedido, entrega e reposição. Um modelo essencialmente transacional. Mas o cenário mudou. Hoje, clínicas veterinárias e petshops operam em um ambiente mais competitivo, com margens pressionadas, aumento de custos e um consumidor mais exigente. Nesse contexto, apenas ter acesso a produtos não é suficiente para sustentar crescimento. O que faz diferença

O distribuidor como elo estratégico, não só logístico

Durante muito tempo, o papel do distribuidor no mercado pet foi visto de forma simplificada: comprar, armazenar e entregar produtos. Uma função essencial, sem dúvida. Mas limitada. Esse modelo ainda existe — e, em muitos casos, ainda é assim que a distribuição é percebida. Só que o mercado mudou. E com ele, a expectativa sobre quem está no meio da cadeia também evoluiu. Hoje, o distribuidor que se limita à